Jhonatha Conection


frialive:

Jhonatha Conection ( Jhon C.)

Jovem de 19 Anos, Paraense, Estudante de Comunicação Social - Jornalismo pela UFMA ( Universidade Federal do Maranhão) Atualmente Morando em Imperatriz-MA mas de Abel Figueiredo-PA, e morei um Período em Marabá-PA Cristão, Apaixonado por Cinema, Música, Livros e Fotografia! 

Apelido Conection vem de uma Longa História de Infancia, Também Conhecido como Sean Jhon!

Espero que não tenham se assustado…



frialive:

Katheryne, com você assim, passaria a eternindade naquela caverna!



frialive:

“O beijo mas gostoso e aquele que foi trocado mil vezes com os olhos antes de chegar a boca.”







Do que somos capazes? 

 
        Setembro, mês da independência do Brasil, data reconhecida por toda nação mundial, mas nada tão marcante como a manhã de 11 de Setembro, onde vidas, bens materiais, e até força e perspectivas de viver, foram totalmente destruídas por um ato que marcou como uma tatuagem que estará sempre nítida no lugar mais exposto de nossas almas, um grande atentado em que roubou toda a atenção mundial, e causou desespero a todos, naqueles minutos com cada andar que caia, se passava uma vida inteira como um filme reproduzindo no subconsciente de cada um que ali presenciava ou acompanhava pelo noticiário matinal, deixando de ser apenas um dia comum,  mas um dia impar assim como o número 11, um dia singular, lembrado por catástrofe, vidas, valores, interesses de mercado, político, ou de protesto a um povo, uma nação que a cada dia que se passa perde sua imagem, sua dignidade, sua possibilidade de um dia ter um reconhecimento válido e significadamente relevante, onde se transparecem um povo sem alma, sem dignidade, sem esperanças, sem prosperidade. Nação em que causa estranheza, e aversão cada vez mais, em um mundo onde se passa cada vez mais a odiar-los, mais o que seria realmente a principal causa a tal ato, a tal catástrofe, a tal máximo exemplo de alguém que queira ser visto, que deseja atenção, ou apenas causar efeito de medo a sociedade mundial, atingindo o maior núcleo mundial, o centro das atenções, o pais que seria ou é a “Menina dos olhos de Deus”, ou que levam a querer que pensemos que seja. Seria esse atentado um dos maiores apelos a independência?  Ou apenas um exemplo de decadência.
 

Jhonatha Santos
Comunicação e Realidade Brasileira

Do que somos capazes?

        Setembro, mês da independência do Brasil, data reconhecida por toda nação mundial, mas nada tão marcante como a manhã de 11 de Setembro, onde vidas, bens materiais, e até força e perspectivas de viver, foram totalmente destruídas por um ato que marcou como uma tatuagem que estará sempre nítida no lugar mais exposto de nossas almas, um grande atentado em que roubou toda a atenção mundial, e causou desespero a todos, naqueles minutos com cada andar que caia, se passava uma vida inteira como um filme reproduzindo no subconsciente de cada um que ali presenciava ou acompanhava pelo noticiário matinal, deixando de ser apenas um dia comum,  mas um dia impar assim como o número 11, um dia singular, lembrado por catástrofe, vidas, valores, interesses de mercado, político, ou de protesto a um povo, uma nação que a cada dia que se passa perde sua imagem, sua dignidade, sua possibilidade de um dia ter um reconhecimento válido e significadamente relevante, onde se transparecem um povo sem alma, sem dignidade, sem esperanças, sem prosperidade. Nação em que causa estranheza, e aversão cada vez mais, em um mundo onde se passa cada vez mais a odiar-los, mais o que seria realmente a principal causa a tal ato, a tal catástrofe, a tal máximo exemplo de alguém que queira ser visto, que deseja atenção, ou apenas causar efeito de medo a sociedade mundial, atingindo o maior núcleo mundial, o centro das atenções, o pais que seria ou é a “Menina dos olhos de Deus”, ou que levam a querer que pensemos que seja. Seria esse atentado um dos maiores apelos a independência?  Ou apenas um exemplo de decadência.

Jhonatha Santos

Comunicação e Realidade Brasileira


Tó com sono, mas não saio do PC

Tó com sono, mas não saio do PC



O que a timidez não permite, a imaginação inventa.



Pessoas perfeitas não bebem,

não fumam,

não brigam,

não mentem

e NÃO EXISTEM.



Churasqueira do Faustão



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